domingo, 30 de janeiro de 2011

No "top 5"

                                                 Made in U.S.A.

     Não tão popular no Brasil, o futebol... americano é o desporto com maior receita líquida no mundo; logo, o mais rico. Na pátria das chuteiras, ele é praticamente ignorado dando-se mais ênfase às modalidades olímpicas, o futebol reina soberanamente.
     O Super Bowl, a final do futebol americano em dados considerados surpreendentes, equipara-se à competições de grande porte como a Copa do Mundo FIFA e aos Jogos Olímpicos.
      Na decisão, duelam em jogo único, os campeões das divisões Nacional e Americana após, 15 jogos da temporada regular em cada grupo e, disputados playoffs.
      Nesta temporada, o título será decidido entre Pittsburgh Steelers e Green Bay Packers. Ambos foram conforme regulamento, os vencedores de suas conferências ao derrotarem respectivamente, New York Jets e Chicago Bears no último domingo (23/01). O embate está agendado para o dia 06 de Fevereiro em Dallas, Texas enquanto hoje (30/01), acontece o "Jogo das Estrelas da NFL" (Liga Nacional de Futebol; sigla em português)
       Embora não possua ainda expressiva admiração, o futebol americano por intermédio dos meios de comunicação tem atraído segmentos jovens que podem divulgá-lo ainda mais e aumentar a sua prática no país.
     

Programação SuperBowl XLV
- ProBowl (Jogo das Estrelas)           
- 30/01 * 22:00Hs  

- SuperBowl XLV
- 06/02 * 21:30Hs


A próxima postagem será dedicada à instabilidade e a provável queda da ditadura política no Egito.
A partir de Terça-feira.


                                                        Mattheus Reis

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Guerra sem fim

                                                 Erros de Blair

     Nesta última sexta-feira foi realizada uma sessão de inquérito que investiga a participação do Reino Unido na Guerra do Iraque. Trata-se de uma cúpula acerca da legalidade, gastos, conclusão momentânea e consequências do conflito como por exemplo: morte de civis
     Em seu depoimento, o ex-primeiro-ministro e, na época da invasão ao país de Saddam Hussein, chanceler britânico, Tony Blair declarou sua convicção em se aliar aos EUA na ofensiva, cujo objetivo era a apreensão de supostas armas de destruição em massa que, no entanto nunca foram encontradas.
     Em contra partida se diz arrependido por ser um dos responsáveis pelo número incontável de mortes, além da sua missão não ter êxito na captura de tal arsenal apesar de, desarticulações importantes com a anulação de peças-chave de vários grupos extremistas e do ditador iraquiano.
     Caso o objetivo das tropas era aniquilar o terrorismo na região, pode-se dizer concretamente que nem 40% deste fora concluído. Osama Bin Laden cujo paradeiro incógnita é, não foi capturado. Seus discípulos parecem ter migrado para a vizinhança: o êxodo iraquiano em direção ao Paquistão e Afeganistão se intensifica desenvolvendo ainda mais os Talebãs locais. Sobre a ação no Iraque, o adjetivo "desastrosa" se encaixa perfeitamente no contexto. Esta devastou o país, elevou a miséria, o que revolta a nação. Na terra do petróleo esse é o combustível que alimenta o ódio contra o ocidente.



Leia a matéria do jornal "O Globo" que originou esta postagem!



                                                  
                                                                      Mattheus Reis

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Que tal começar a trabalhar?

   

     O dia 2 de Outubro de 2009, ficou marcado pela euforia de cariocas e brasileiros pela escolha da Cidade Maravilhosa como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Realmente foi um marco para a história da pátria. Sentimos o impacto que este evento possui em termos de mobilização .
     Hoje restando 2.016 dias para o pontapé inicial, deixamos a alegria de lado e a preocupação com a contagem regressiva tomou conta dos organizadores pois, nada de concreto foi iniciado. 
      Sediar, realizar uma Olimpíada não se resume á instalações desportivas. É fundamental estruturação e acessibilidade. Vivemos em uma metrópole na qual pode-se tranquilamente denominá-la de caótica em consequência de seus serviços públicos ineficientes.
      A competição, anexada à Copa do Mundo caso, ambas sejam organizadas em todos os termos, impecavelmente (pois é o que o público exige, devido a evolução dos tempos) pode ser a alavanca responsável pela elevação do Brasil ao tão sonhado patamar de nação desenvolvida.
       Na véspera do ano novo, a logomarca oficial das Olimpíadas de 2016 foi lançada, surpreendendo a todos por seu estilo inovador, em 3D.
      Que sejamos capazes de seguir o mesmo exemplo para comover o mundo, promovendo a melhor edição dos jogos.

                                                                                                      Mattheus Reis     




            

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Novo membro da nação

                                                         
                                   Facetas do investimento
     
      Muitos contrariam a decisão da presidente do Flamengo, Patrícia Amorim em investir na contratação de Ronaldinho Gaúcho. Pelas ruas frases como "Ele nunca mais será o mesmo"; "Ele está em decadência" são "jogadas ao ar" mas, tudo tem um porquê, um motivo.
      Ora, é compreensível a situação do craque. Está com 30 anos, uma idade considerada alta para a manutenção de um bom nível futebolístico.Jogadores consagrados profissional e financeiramente acabam seduzidos pelas noitadas e badalações, afinal, que não adoraria trabalhar na área que admira, ganhar salários astronômicos e apreciar o que de melhor a vida pode oferecer? É uma consequência de um elevado padrão econômico.
      O ex-melhor do mundo não chega ao Flamengo apenas em busca do bom futebol. Isto é um complemento de ua engenharia comercial gigantesca.
      Assim como as contratações de Romário e Adriano, a de Ronaldinho encherá os cofres do rubro-negro carioca, um alivio para o maior clube do mundo que, deve cerca de R$ 300 milhões.
      Se Gaúcho voltará a ser um jogador extraordinário dos tempos do Barcelona-ESP só o tempo  responderá esta pergunta.Trata-se de um incognita. Todavia é garantia de alegria à nação rubro-negra, que merece.


                                                                Mattheus Reis

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

O ano em que a Terra se vingou...

                                                2010, o ano selvagem

    Terremotos, tufões, períodos de estiagens e nevascas cada vez mais duradouros. Pode-se afirmar que este ano a Terra respondeu significativamente aos danos causados por ações antrópicas. Com o avanço gradual do aquecimento global somado ao efeito estufa, que mesmo se tratando de um fenômeno natural, contribui para a elevação das médias de temperatura no planeta; a quantidade de tragédias que ocorrerão no "planeta azul" só tende a aumentar.
         Apenas em 2010, as mortes de pessoas ligadas à desastres climáticos chegaram a 260.000. Um dado alarmante que surpreende ainda mais se comparado ao número de óbitos registrados em ataques terroristas em todo o mundo desde 1970 até hoje: 115.000. Logo, nem a metade.
     E para a piora da situação que já se encontra em estado crítico, a Conferência Mundial de Assuntos Climáticos realizada em Cancún, no México permaneceu no compasso de espera e impasse da edição de Compenhagen, em 2009. Os EUA continuam não ratificando o Protocolo de Kyoto, o Brasil sendo muito elogiado por suas teses de diminuição dos gases poluidores entretanto, fica a sensação que a tarefa não foi cumprida por completo pois, trata-se praticamente de uma potência mundial e ocorre o surgimento de Índia e China conjuntamente agindo contra as super potências poluidoras; se bem que é mais que uma obrigação desses dois países, pois correspodem a mais de 40% do total das emissões.
      Para a sociedade, a impressão dada é de pouco caso por parte dos chefes de Estados. Embora os governantes tentem solucionar os problemas ambientais, não existe o convencimento por parte da população que não consegue visualizar uma mudança, e chora pelos   seus próprios atos a cada momento que um desastre acontece.
Vale o lembrete que no domingo (26/12) há 6 anos acontecia o maior desastre da década, o Tsunami, atingindo o sudeste asiático, que embora não sofra interferência humana, prova a todos nós a força catastrófica que a Terra possui.




"Será que o mundo vai acabar em 2012 mesmo?"
  

 Leia a matéria do jornal "O Globo" que originou esta postagem!
                                                                                                            



                                                Mattheus Reis
                                                                

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Mais que uma turma

                                                     104

           Desta vez irei quebrar o protocolo e as regras deste blog criado por mim para compartilhar a todos, o que sinto por essa turma 104 maravilhosa.
           No dia 24 de Fevereiro deste ano quando cheguei ao colégio Futuro Vip de Caxias, onde estudo desde a 5ª série para o meu 1° dia de aula, que vi a listagem da minha turma, fiquei um pouco desiludido, pensei que enfrentaria um ano letivo difícil .
           Uma turma de novatos, jamais tinha visto uma quantidade tão significativa. Apenas 7 alunos possuíam uma certa convivência comigo. Confesso que no início as adversidades me desestimularam porém, não tinha noção do que aquele grupo poderia se transformar.
           Ainda tenho meu futuro indefinido, não sei se continuarei estudando no colégio em 2011 entretanto, pela 1ª vez em todos esses anos, a Turma 104 foi a que mais me acolheu e que me fez feliz. Talvez há algo mágico nela, talvez, seja a simplicidade dos alunos que a compuseram.
           Alex; Carrocino; Erick; Luiz Thiago; Thainá; Clara; Bruno; Eduardo; Gabriel; Blendha; Tarcila; Yasmim Lima; Beatriz; Ingrid; Yasmim da Paz; Luana; Lanai; Juliane; Fabrício; Mariana; (Ma)Lucas; Vinícius; Guilherme; Thaís; Andreza; Ruan; Suzane; Thuany; Elis; Bárbara; Gabriela; Melânia; Pãmela; Suellen; José; Rafaella; Letícia; Fernada, (Sei que devo ter esquecido de alguém) são nomes que nunca mais serão esquecidos. Desejo a todos um feliz Natal e um próspero 2011 e principalmente que todos sejam felizes e que tenham um futuro promissor.

                                                        Um abraço do Lindinho!!!!
                                                                 Mattheus Reis  

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Arrastando-se por séculos...

                                     India  X  Paquistão: A maior de todas

     Nem Brasil x Argentina; Flamengo x Vasco; Inglaterra x França no futebol ou Nova Zelândia X Africa do Sul no rúgby; sequer Yankees X Red Sox no baseball. Essas rivalidades são apontadas pela sociedade como as mais acirradas no contexto mundial porém, nenhuma delas se assemelha àquela travada entre os dois países asiáticos mencionados no titulo desta postagem. Principalmente devido aos seus embates não estarem presentes apenas no esporte. Disputas territoriais, religião e política aquecem mais ainda os conflitos.
     Para situar o leitor, os dois países estão localizados na parte meridional (sul) do maior continente do mundo. Com a Guerra de Independência em 1947, as tensões na região aumentaram culminando no nascimento dos dois Estados - a Índia, de maioria hindu, e o Paquistão, muçulmana. Segundo uma resolução da ONU datada de 1947, a população local deveria decidir a situação política da Caxemira (região localizada entre os dois países que não possuia autonomia) por meio de um plebiscito acerca da independência do território. Tal plebiscito, entretanto, nunca aconteceu, e a Caxemira foi incorporada à Índia, o que contrariou as pretensões do Paquistão e da população local - de maioria muçulmana - e levou à guerra de 1947 a 1948. O conflito termina com a divisão da Caxemira: cerca de um terço fica com o Paquistão e o restante com a Índia. Todavia, ambas as nações discordam dessa divisão alegando desproporcionalidade (Índia reinvidicando a posse total do território e o Paquistão, uma maior parte deste). O impasse permanece até hoje e um fim próximo não deverá ser visto por um longo tempo.
       A religião seja talvez um dos tópicos mais influentes porque islãs e hindus têm hábitos e dogmas completamentes distintos sendo esses povos, amplamente influenciados pelos seus líderes políticos e religiosos, o que faz com que o sentimento revanchista entre os dois povos seja maior.
       Índia e Paquistão também travam uma disputadíssima corrida nuclear que, diferentemente do Irã, possui fins pacíficos como: obtenção de energia e avanço tecnológico na área espacial em busca da conquista de maior espaço no cenário mundial mas, em decorrência do clima extremamente desfavorável entre os dois países, esse instrumento de auxílio pode se transformar em causa de mais uma guerra.
       O surgimento de um novo confronto militar apenas traria desvantagens para os "dois lados da moeda", mas principalmente para os paquistaneses que vivem em um Estado cercado de problemas políticos, econômicos e sociais além de o terrorismo ser uma constante.

                                                                         
                                                                        Mattheus Reis